Alguém Terá de Morrer
Grupo Almagesto (Seixal)
1 de Dezembro (segunda-feira)
17 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Centro Cultural e Recreativo do Alto do Moinho, Corroios – Seixal
“Alguém terá de Morrer” de Luis Francisco Rebello, reflecte o jogo violento e sem tréguas, a que damos o nome de Vida, mesmo tendo como pano de fundo a Morte, fazendo pensar qual a relação que mantemos com o nosso semelhante... as traições (por pequenas que sejam) que se cometem diariamente, o cinismo, a hipocrisia, a falta de solidariedade, o desrespeito e desprezo que se sente pelo outro, em resumo, na falta de compreensão, humanidade e, acima de tudo, a falta desse sentimento, tantas vezes falado e quase sempre esquecido a que se dá nome de Amor.
Autoria: Luís Francisco Rebello
Encenadora: Guilhermina Leal
Assistente de encenação: António Fragoso
Interpretação: António Fragoso, Marlon Francisco, Joana Teixeira, Dora Joaquim, Inês Lima, Sara Soares, Daniela Vasconcelos, Célia Ribeiro
Ponto: Márcia Santos
Assistente de Cena: Diana Soares
Aderecista: Susana Jesus
Execução de Guarda-Roupa: Rosa Santos
Programa e Grafismo: Paulo Farinha
Técnico de Som e Iluminação: Paulo Farinha
Ego (estreia)
Projecto Ficções (Seixal)
3 de Dezembro (quarta-feira)
21.45 horas
M/ 12 anos
Ingresso: 6 euros
Auditório Municipal, Fórum Cultural do Seixal
Nesta peça, faz-se uma homenagem aos actores que mereciam ser reconhecidos e aos produtos da imprensa que têm a sorte de ser famosos. Uma peça de teatro que nem é uma comédia, nem um drama, nem um musical, mas acaba por ter de tudo um pouco. Esta peça é uma homenagem ao mundo do teatro e cinema, ao ego dos actores, aos actores conhecidos, aos desconhecidos.
Autoria: Paula Perdigão
Encenação: Paula Perdigão
Interpretação: Alexandra Viegas, Marta Prieto, Paula Perdigão, Sara Pinto, João Fred, Francisco de Almeida, Zé Rosário e Justos
Participação especial em vídeo: Eduardo Madeira, Fernando Rocha, Nilton, Pedro Miguel Ribeiro e Ricardo Araújo Pereira entre outros.
Aparências
Teatro Mínimo (Lisboa)
5 de Dezembro (sexta-feira)
21.45 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Sociedade Filarmónica Operaria Amorense, Amora – Seixal
Ília e Vera são aparentemente um casal comum dos tempos modernos, no entanto, cedo percebe-se que não casados, mas sim amantes, que se conheceram naquele dia e que se encontram na casa de Ília. A mulher deste, Rita, poderá chegar a qualquer momento e Ília começa a ficar ansioso. Vera, muito descontraidamente decide ir tomar banho. Rita chega finalmente a casa e Ília informa-a que têm uma visita, que está naquele momento a tomar banho. Rita estupefacta pede-lhe satisfações ao que ele lhe explica que aquando de um passeio pelo parque, nessa mesma tarde, socorreu uma mulher que fora assaltada. Essa mulher pediu-lhe para ligar ao namorado para que a fosse buscar e Ília levou-a a casa para fazer o telefonema. Rita não parece muito convencida, mas Vera, que entretanto volta a cena, confirma-lhe a história. A partir daqui nada parece vir a acontecer, contudo, o que parece nem sempre é...
Autoria: Knarf Van Pellecom
Encenação: José Boavida
Interpretação: Philippe Leroux, Oceana Basílio, Vera Fontes e Guilherme Barroso
Miséria
Teatro de Marionetas do Porto
6 de Dezembro (sábado)
21.45 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Centro Cultural e Recreativo do Alto do Moinho, Corroios – Seixal
Espectáculo baseado num conto popular. Miséria, um pobre ferreiro, engana a Morte e é assim condenado à eternidade. “Falou então a Morte do alto da nogueira e fez com o velhinho um contrato: poupar-lhe a vida enquanto o mundo fosse mundo. O velhinho consentiu e a Morte desceu. Por isso, enquanto o mundo for mundo a Miséria existirá sobre a Terra.” (conto popular)
“O que há de espantoso neste espectáculo é o jogo entre o que pertence às marionetas e o que pertence ao actor em carne e osso, ao mesmo tempo manipulador e intérprete...
A perfeição das coisas, diria Cesário Verde. Não há muito a dizer de um espectáculo como este. Obra-prima do teatro de marionetas, obra-prima do teatro, simplesmente.” (Carlos Porto, Jornal de Letras)
Autoria: Álvaro Magalhães
Encenação e interpretação: João Paulo Seara Cardoso
Cenografia e Marionetas: Rosa Ramos
Música: João Loio
Calígula
Co-produção d’ o Grito e OTA – Oficina de Teatro de Almada
7 de Dezembro (domingo)
21.45 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Sociedade Musical 5 de Outubro, Aldeia de Paio Pires – Seixal
Calígula, o nome do terceiro imperador romano ficou para sempre associado ao arquétipo do tirano louco e sanguinário. Porém, Albert Camus, pensador ligado ao existencialismo, não se limitou a fazer do seu Calígula o retrato de um ditador ou uma denúncia da tirania. Calígula é uma reflexão sobre a revolta do Homem contra o absurdo da própria existência. A verdade de que parte Calígula – “os Homens morrem e não são felizes” – é uma constatação comum à experiência humana. Essa fractura entre a razão humana e o sem sentido do mundo é explorada até às suas últimas consequências, a partir de uma posição de poder absoluto, de liberdade sem limites.
Geração após geração, o Calígula de Camus, tem preservado a sua sedução e o seu mistério. Quem ousará julgá-lo? Quem ousará, apenas, tentar compreendê-lo?
Encenação: António Carvalho
Assistência de Encenação e Dramaturgia: Anabela Neves
Interpretação: António Carvalho, Andreia Tatoni, José Vaz, Mário Carvalho, Marta Vicente, Pedro Bernardino, Rui Silva e Salomé Cunha
Ambientes Cénicos: Jorge Xavier
A Luta do Século
Teatro ao Largo (Vila Nova de Milfontes)
8 de Dezembro (segunda-feira)
17 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Clube Recreativo da Cruz de Pau, Amora – Seixal
“A Luta do Século” é uma dramatização adaptada por Steve Johnston de uma antiga lenda irlandesa cujo tema é a batalha de Fin McCul com o famoso herói mitológico Cucullin em Knockmany Hill. A lenda, contada pelo famoso contador de histórias William Carleton, foi imortalizada por W. B. Yeats no seu livro‘Fairy and Folk Tales of the Irish Peasantry’, em 1888. O texto original foi adaptado para audiências jovens e modernas, no entanto, o enredo, o humor e o sabor da história estão conforme o original.
Adaptação: Steve Johnston
Encenação e música original: Steve Johnston
Interpretação: Steve Johnston, Célia Martins e Rui Penas
Luz e som: Luís Santos
Da Minha Vista Ponto
Teatro Regional da Serra de Montemuro (Castro D’Aire, Viseu)
12 de Dezembro (sexta-feira)
21.45 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Ginásio Clube de Corroios, Corroios – Seixal
São pessoas que coabitam o nosso mundo, embora parecendo não fazer parte dele.
Ao longo de 14 anos, o Teatro do Montemuro vem percorrendo o país e partes do mundo com os seus espectáculos. Sem nunca os pressionar a nada, todas as informações servirão como base de apoio, nunca retratos vivos da vida de cada um; essas serão criadas pelos actores que em harmonia com o encenador e dramaturgo terão a responsabilidade de criar um espectáculo verdadeiramente louco.
Toda a atmosfera deste espectáculo recai num desafiante e intenso trabalho de actor, ao qual se junta um cúmplice desenho de luz, para confundir o espectador e pensar até que ponto são eles loucos.
Autoria: Thérèse Collins e Peter Cann
Tradução: Graeme Pulleyn
Encenação: Graeme Pulleyn
Interpretes: Abel Duarte, Eduardo Correia, Paulo Duarte e Daniela Vieitas
Direcção Musical: Carlos Peninha
Cenografia: Helen Ainsworth
Construção de Cenários: Carlos Cal
Produção Executiva: Paula Teixeira e Susana Duarte
Direcção de Cena: Abel Duarte
Assessoria de Imprensa: Paula Teixeira e Susana Duarte Cartaz: Helen Ainsworth
Ibéria, a mais louca História da Península
Peripécia Teatro (Vila Real de Trás-os-Montes)
13 de Dezembro (sábado)
21.45 horas
M/ 12 anos
Ingresso: 6 euros
Auditório Municipal
Fórum Cultural do Seixal
Ao colocar em cena três actores de duas nacionalidades diferentes, surge uma questão: Por que razão estamos aqui, neste palco, dois espanhóis e um português? O que nos levou a coincidir neste mesmo espaço? Não nos parece fácil explicar esta mestiçagem. Nada melhor para explicar uma situação complicada que contar como tudo começou... Começaremos, pois, pela história da Península Ibérica, contando-a tal como a vemos, a um e outro lado de uma fronteira. Espectáculo de autoria original, que tem como tema a história das relações entre os povos peninsulares, criado colectivamente pelos actores da Companhia e dirigido por José Carlos Garcia - Director Artístico da Companhia do Chapitô. É uma grande batalha em que o absurdo, a ironia e o humor lutam com lendas, factos históricos e episódios inverosímeis. Tudo com um mínimo de recursos técnicos. O espectáculo assenta na qualidade e rigor da interpretação, que valoriza de forma especial a potencialidade física dos actores, aliada à utilização de alguns objectos.
Encenação: José Carlos Garcia
Direcção de Produção: Sérgio Agostinho
Interpretação: Sérgio Agostinho, Noelia Domínguez e Ángel Frágua
Iluminação: Paulo Neto
Figurinos: José Rosa