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Programa de Novembro
As Obras Completas de Shakespeare em 97 Minutos As Obras Completas de Shakespeare em 97 Minutos

O Tinteiro O Tinteiro

Confissões de Mulheres de 30 Anos Confissões de Mulheres de 30 Anos

As Obras Completas de Shakespeare em 97 minutos
Companhia Teatral do Chiado (Lisboa)
14 de Novembro (sexta-feira)
21.45 horas
M/ 12 anos
Ingresso: 6 euros
Auditório Municipal, Fórum Cultural do Seixal

Este espectáculo é uma condensação de alta velocidade, género montanha-russa, das obras do grande dramaturgo inglês, William Shakespeare. Uma comédia / farsa hilariante, com João Carracedo, Manuel Mendes e Simão Rubim, que revisita as trinta e sete obras de Shakespeare: as tragédias, as comédias, as peças históricas e até os sonetos!

Este enorme êxito teatral português está em cena há mais de 11 anos e foi visto por 190.023 espectadores. O espectáculo fez 149 digressões e 1.240 representações até à data

Autoria: Daniel Singer, Adam Long e Jess Borgeson
Tradução: Célia Mendes
Interpretação: João Carracedo, Manuel Mendes, Simão Rubim
Direcção: Juvenal Garcês
Cenografia: André Letria
Figurinos: Juvenal Garcês
Desenho de Luz: Vasco Letria
Execução de Figurinos: Fátima Ruela
Contra-Regra: João Marta
Operação de Luz e Som: Sérgio Silva, Vasco Letria
Produção: Companhia Teatral do Chiado
Direcção de Produção: Luís Macedo
Marketing e Comunicação: Nuno Santos
Frente de Casa: Bruno Monteiro
Responsável de Bilheteira: Bruno Monteiro
Bilheteira: Cátia João, Mafalda Melo

O Tinteiro
Intervalo (Algés, Oeiras)
15 de Novembro (sábado)
21.45 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Sociedade Filarmónica União Arrentelense, Arrentela – Seixal

Há um homem que gosta da Primavera, do cheiro dos campos floridos; trabalha num escritório com vários carimbos (a vida das pessoas tem vários carimbos…).
O homem não consegue alinhar no que é politicamente correcto. Tem um amigo que o compreende. O sistema não tolera estas pessoas, que vê na amizade uma certa forma de companheirismo conspirativo que pode provocar a contaminação.

Este espectáculo, pelo Intervalo, comemora os 47 anos da criação do 1.º grupo de Teatro independente em Portugal, o Teatro Moderno de Lisboa, composto pelos actores: Armando Cortez, Armando Caldas, Carmen Dolores, Costa Ferreira, Fernanda Alves, Fernando Gusmão, Morais e Castro, Nicolau Breyner, Rogério Paulo, Rui de Carvalho, Rui Mendes, Tomás de Macedo, etc..

Autoria: Carlos Muñiz
Tradução: António José Forjaz
Encenação: Armando Caldas
Interpretação: Ana Paula Almeida, Ana Rita Trindade, António Fonseca Tavares, Carlos Ferraz, Carlos Paiva, Carlos Vieira de Almeida, Fernando Tavares Marques, Hugo Barreiros, João José Castro, Joaquim Leal, Miguel Almeida

O Estranho Sr. Castro
Animateatro
19 de Novembro (quarta-feira)
21.45 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Espaço Animateatro, Amora – Seixal

Trata a visão de um jovem em várias perspectivas e por vezes de formas surreais, sobre um estranho homem que coabita na mesma aldeia, que por sua vez o intriga. Entre vários devaneios de um adolescente que "sobrevive" a uma professora de piano, ao manuseamento de uma bicicleta entre outros… ele aprende a valorizar o que é importante através de paralelismos, questões e várias experiências com o Estranho Sr. Castro.

Encenação/Produção: Lina Ramos e Ricardo G. Santos
Interpretação: Patrícia Moreira, Gonçalo Homem, Nuno Santos, Michelle Sousa, Marlene Pinto, Margarida Eloy, Ricardo Mendes, Gonçalo Silva, Filipa Matta, Rogério Reis, Rute Lopes e Alice Rolão

Volta a Portugal em Commedia
Commedia a La Carte (Lisboa)
20 de Novembro (quinta-feira)
21.45 horas
M/ 12 anos
Ingresso: 6 euros
Auditório Municipal, Fórum Cultural do Seixal

Baseado no conceito de Comédia de Improvisação, os Commedia a la Carte surgem como pioneiros em Portugal deste estilo de comédia interactiva. Desde há cerca 7 anos que desenvolvem espectáculos de comédia de improvisação. 3 actores e 1 DJ criam um espectáculo interactivo com o público em que são representadas situações e personagens que elementos do público sugerem no momento. Os personagens e situações que os convidados sugerem são representados através de jogos, onde uma vez mais, os convidados do público chamados a palco é que decidem sobre o ritmo e conteúdo da representação. O resultado é um espectáculo único, onde actores e público se fundem num só, criando momentos de humor no “aqui e agora”, a la Carte.

Encenação: Commédia a la Carte
Autores/Actores: César Mourão, Ricardo Peres, Carlos M Cunha
Figurinos: Commédia a la Carte
Sonoplastia: Dj Sérgio Mourato

Eu, Doida
Grupo de Teatro “A Partida” (Seixal)
22 de Novembro (sábado)
21.45 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Sociedade Musical 5 de Outubro, Aldeia de Paio Pires – Seixal

Uma mulher está prestes a concluir que chegou a sua hora… Já ninguém a quer! Perdeu tudo e todos! Vê-se no labirinto da vida. Acusa o mundo! Da alma, sai-lhe blasfémias. Agride e agride-se quando ouve o Passado! Olha à sua volta e não acredita em mais nada! Alguém surge em seu socorro, mesmo assim deixa-se levar pela melancolia e pelo desespero… Até que surpreendentemente o inevitável acontece!!!!

Autor/Encenador: Joellira
Actores: Elsa Mouzinho, Alexandra Viegas, Marta Prieto, Rute Vicente e Rogério Cordeiro
Promoção: Grupo de Teatro A Partida

Confissões de Mulheres de 30 anos
Com Maria Henrique, Fernanda Serrano e Ana Brito e Cunha
28 de Novembro (sexta-feira)
21.45 horas
M/ 12 anos
Ingresso: 6 euros
Auditório Municipal, Fórum Cultural do Seixal

Preocupações, amores, trabalhos, terrores e glórias das mulheres de 30. Confissões baseadas em histórias reais de mulheres na faixa dos 30, num clima de humor. Alguns assuntos abordados: casamento, primeiro namorado após a separação, filhos, ex-maridos, tipos de homem no Amor, grandes sonhos, sexo, mercado de trabalho, a preocupação com a maturidade.

“Ter 30 anos é uma posição de abrangência estratégica: pode namorar homens de 20, 30, 50... sem que ninguém lhe chame tarada.”

“Ter 30 anos é viver no agora ou nunca.”

“Aos 30 anos o meu mundo caiu. Casamento desfeito, falta de perspectiva profissional, embate com a minha própria condição de mulher de 30. Aos 30 anos, o meu rabo caiu.“

Adaptação: Leonor Xavier
Direcção: Domingos Oliveira E Priscilla Rozenbaum
Intérpretes: Ana Brito E Cunha, Fernanda Serrano E Maria Henrique
Director Assistente: Eduardo Wotzik

Velho Palhaço, Precisa-se
Teatro Extremo (Almada)
29 de Novembro (sábado)
17 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Centro de Solidariedade Social de Pinhal de Frades, Arrentela – Seixal

Coube ao Teatro Extremo a honra de levar à cena pela primeira vez em Portugal uma das obras de Matéi Visniec, numa parceria artística com Joseph Collard, encenador e clown belga fundador do grupo “les founambules”. Uma peça que aborda o tema da competição feroz entre as pessoas e também as condições em que vivem os idosos na nossa sociedade. Uma proposta de reflexão às gerações futuras.

Respondendo a um anúncio, três velhos palhaços reencontram-se numa sala para serem recebidos em audição. Esperam conseguir uma oportunidade de emprego. Enquanto aguardam, relembram o seu velho passado, recheado de momentos de humor e sarcasmo.

Autoria: Matéi Visniec;
Versão Portuguesa: José Henrique Neto;
Encenação: Joseph Collard e Fernando Jorge Lopes;
Assistência de Encenação: Isabel Leitão;
Interpretação: Fernando Jorge Lopes, José Henrique Neto e Rui Cerveira;
Cenografia e Adereços: Jean Marc Dercle
Figurinos: Alice Rolo
Desenho de Luz: Fernando Jorge Lopes e Sérgio Moreira
Grafismo: Tiago Pereira
Arte Finalização: Ringue
Fotografia: Sandra Ramos
Web Cam Film: João Lima
Web Master: Filipe Oliveira
Spot Tv/Imagem: Miguel Matias
Produção Executiva: Sofia Oliveira
Assistência de Produção: Paula Almeida
Divulgação e Assessoria Imprensa: Nádia Santos Monteiro
Promoção: Vitor Pinto Ângelo.

Revista à Portuguesa... Deixós Poisar...
Grupo Cénico Ivone Silva (Seixal)
29 de Novembro (sábado)
21.45 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense, Seixal

O Grupo Cénico Ivone Silva é uma das actividades da Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense. O seu nome é uma homenagem a Ivone Silva, uma das mais emblemáticas actrizes de revista, e não só, da história do teatro português.

Nesta peça, com textos de Mário Raínho, Carlos Jorge Español e Francisco Nicholson, autores ligados à escrita para comédia, e em especial para a revista, o grupo presta homenagem aquela actriz. Os versos que se seguem, são parte dessa homenagem.

Em jeito de brincadeira
Se a mente não me atraiçoa
Foi Olívia costureira
E mais Olívia patroa
Foram momentos de magia
Naquele parque em escombros
Foi simplesmente Maria
E a senhora dos pombos

Autoria: Mário Raínho, Carlos Jorge Español e Francisco Nicholson
Encenação: Elisabete Lobo
Interpretação: Olga Villanova, Sílvio Pleno, Gilberto Pleno, Claudia Flores, Fernando Pinho, André Flores, Ana Catarina, João Villanova, Claudio Rodrigues, Marlene Jesus, Ana Inocêncio, Sónia Fernandes E Joana Carriço

As Velhas
Arte Publica de Beja (Beja)
30 de Novembro (domingo)
21.45 horas
M/ 12 anos
Entrada livre
Auditório do Mercado de Fernão Ferro, Fernão Ferro – Seixal

Etelvina e Ifigénia, duas mulheres por volta dos setenta anos, recebem o público na sala de estar de sua casa, para uma tertúlia literária. Este sarau, muito especial, será preenchido com poesia, canções, humor e reflexão social.

Entre récitas, adivinhas e citações (Camões, Demétrio Soster, Baudelaire, Mauro Mota, Ferreira Gullar, Augusto Gil, Augusto dos Anjos, Millor Fernandes e José Gomes Ferreira) e canções "velhinhas" (de Raul Ferrão - Camélias – e de Artur Ribeiro/Ferrer Trindade - Cha Cha Cha em Lisboa) Etelvina e Ifigénia conversam em tom intimista com o público sobre a vida, o tempo, as vivências, as culturas e as dificuldades que duas mulheres, na Idade Maior, já podem relatar.

As Velhas são, também, um brilhante exercício de actor para os dois performers da arte pública: Paulo Duarte e Luís Proença.

Autoria: Gi Cañamero
Encenação: Gisela Cañamero
Assistência à Encenação e Produção: Raul Bule
Interpretação: Paulo Duarte e Luís Proença.
Sonoplastia, Instrumentais das Canções: José Manhita*
Luminotecnia: Rafael Del Rio*
Poemas: Demétrio Soster, Baudelaire, Mauro Mota, Ferreira Gullar, Augusto Gil, Augusto dos Anjos, Millor Fernandes, José Gomes Ferreira
Canções: Raul Ferrão (Camélias), Artur Ribeiro/Ferrer Trindade (Cha cha cha em Lisboa)