Blake Tartare
23 e 24 de Outubro - sexta-feira e sábado -
23 e 24 horas
SeixalJazz Clube – Antigos Refeitórios da Mundet
entrada livre
Michael Blake (saxofone tenor e soprano, clarinete baixo, kalimba), Soren Kjaergaard (piano e efeitos), Jonas Westergaard (contrabaixo), Frands Rifbjerg (bateria)
De origem canadiana, mas residente em Nova Iorque, Michael Blake tem imposto o seu nome não só devido às capacidades instrumentais que lhe reconhecemos nos saxofones tenor e soprano ou no clarinete baixo, mas também como compositor e arranjador. Combinando a cada passo tradição e inovação, não hesita em incorporar no idioma jazz elementos provenientes de outras músicas. Pertenceu durante mais de uma década aos Lounge Lizards de John Lurie e o seu CD de estreia em nome próprio, “Kingdom of Champa” (1997), foi produzido por um nome lendário que esteve por detrás dos sucessos discográficos de Miles Davis, Teo Macero.
Envolvido em grupos como Herbie Nichols Project, Medicine Wheel e Peace Pipe, ganhou igualmente fama como autor de bandas sonoras para o cinema e a televisão ou a tocar com Tricky, Prince Paul e DJ Logic. Os seus Blake Tartare – nesta vinda a Portugal sem o baterista Kresten Osgood, com quem gravou recentemente em duo o álbum “Control This” e realizou o ano passado uma pequena digressão em Portugal - integram dois nomes fundamentais do jazz dinamarquês, o pianista Soren Kjaergaard e o contrabaixista Jonas Westergaard. Em substituição de Kresten Osgood vem um dos nomes emergentes do novo Jazz Nórdico, Frands Rifbjerg que já tocou ao lado de Clark Terry, Steve Swallow, Carla Bley, Phil Woods, Jon Faddis e Junior Mance. Espera-se um concerto onde a modernidade se acompanha em doses cuidadas de tradição.