Do Traço à Matéria
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Exposição em homenagem a Hélder Batista (1932–2015), que resulta da doação que os seus filhos fizeram ao município, de um espólio constituído por cerca de 200 peças, entre medalhas, provas e maquetas.
A inauguração da exposição realiza-se no dia 28 de março, sábado, às 15.30 horas.
De 28 de março a 28 de agosto
Horário
Horário de inverno (de outubro a maio)
De terça-feira a sábado, das 10 às 12.30 horas e das 14 às 17 horas.
Horário de verão (de junho a setembro)
De terça-feira a sábado, das 10 às 12.30 horas e das 14 às 18 horas.
Encerra aos domingos, feriados e segundas-feiras.
Fiel à tradição medalhística que vem desde o Renascimento, Helder Batista defendia a medalha enquanto objeto artístico com um papel informativo, para ser lida nas mãos. Não obstante, no campo da medalha, destaca-se nacional e internacionalmente, tendo-se dedicado à medalha, à escultura, ao desenho e à moeda. Apesar de consagrado, foi um experimentador e curioso por experiências formais a que se dedicava com paixão e profissionalismo.
Com a coincidência de participar e, com isso vencer, o Concurso para a Medalha Comemorativa do XXIX Congresso da Federação Internacional da Medalha de Arte, que decorreu no Seixal, Helder Batista honrou a ligação do concelho a esta arte.
Desde a abertura, o Centro Internacional de Medalha Contemporânea afirmou-se como um espaço internacional de valorização, divulgação e produção da medalhística e enquanto ponto de encontro entre medalhistas, comunidade escolar e académica e público em geral. Foi para o acolhimento de exposições com esta importância, excelência e atualidade que foi criado o centro, um equipamento para quem se interessa pela arte da medalha, quer do ponto de vista da inovação quer da sua história e percurso, algo a que Helder Batista estará para sempre associado.



